Podcast Django Livre para quem gostou e não gostou do filme

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As críticas a Django Livre me deixaram dividida. Ver o filme não adiantou grande coisa, ainda não sei dizer se gostei ou não. A única saída foi fazer dois podcasts sobre o que foi legal e o que não foi tão legal assim no filme. Enjoy!

SE VOCÊ GOSTOU

Contrariando um monte de gente, achei que Brumhilda é uma personagem forte por causa do grau zero de aliança com os racistas de Candyland, entre outras coisas. Também achei que Django era um cara calculista que enxergou na carta de alforria o meio mais oportuno de conseguir sua liberdade e o direito de viver seu grande amor.

Também gostei do retrato simples e direto do racismo de mãos limpas e o racismo de mãos sujas, respectivamente praticado pelas mulheres brancas (bem ao estilo brasileiro) e pelo Monsu (sic) Candie, o sujeito com a alma lavada em sangue de escravos. É claro que foi muito legal ver Django atirando em todo mundo, né. Sai com vontade de explodir gente racista, claro.

Então aprecie sem moderação o podcast explicando direitinho porque gostei de Django Livre.

SE VOCÊ NÃO GOSTOU

Muita gente bacana fez observações sobre Django Livre. Adorei a crítica da Lola que considerou o filme como um punhado de dólares furados e da Gizelli que questiona a personagem principal como tutelada por um homem branco. Sem elas, não teria percebido o que eu mais detestei no filme, o fato de o herói terminar o filme com as roupas de seu opressor.

Se você não gostou de nada disso, fique com o podcast onde explico porque Django Livre não entra na minha lista de filmes favoritos.

Isto espera ter sido útil.

Beijo, abraço e aperto de mão.

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